Numa indústria que gera milhões, onde se fazem transferências milionárias e se pagam ordenados chorudos como é o futebol, o caso de Takayuki Suzuki ganha contornos inéditos. O japonês, de 35 anos, juntou-se ao Mito Hollyhock, emblema da 2.ª Divisão do seu país. Até aqui tudo bem. O curioso da história é que Suzuki pediu para não ser remunerado, tudo para ajudar o clube. “Ouvi dizer que tinham dificuldades financeiras, e então pedi para jogar com contrato amador”, contou o avançado, aludindo aos problemas que o emblema vive desde que a zona onde está sediado, Ibaraki, no Norte de Tóquio, foi atingida pelo terramoto de 11 de março.
Suzuki, que até estava a pensar abraçar a carreira de treinador, move-se por outros ideais. “O meu objetivo é colocar o Mito Hollyhock na 1.ª Divisão. Apenas isso”, revelou o japonês, que foi, por exemplo, o marcador do primeiro golo do Japão no Mundial’2002, realizado precisamente em terras nipónicas e da Coreia do Sul.
Fonte: Record
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